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O bibliotecário
Óleo sobre tela - 1566 - Stkklosters Slott, Estocolmo
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domingo, 25 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
PREMIAÇÃO SPAECE - II
No referido dia 16, aconteceu
também no Auditório da Escola de Ensino Médio Flora de Queiroz Teles, a entrega dos notebooks aos alunos capeões do
SPAECE 2011. O evento festivo, que contou com a participação de professores e alunos da Escola e comitiva da Crede
06, teve vários momentos emocionantes, dentre os quais pode-se destacar o discurso proferido pelo aluno Jander Filho, que representava os alunos vencedores. A premiação é, na verdade, fruto de um
conjunto de esforços dos professores e do Núcleo Gestor da Escola Flora
Teles. Estão de parabéns os alunos e seus respectivos pais pelo mérito da conquista. E todos nós, nos congratulamos com eles! Os alunos ganhadores de um notebook foram: Francisco Normando de Albuquerque Filho, José Jander Marques Coutinho Filho, Bruna de Oliveira Alexandrino, Maria de Fátima Cavalcante Silva, Maria da Costa Pires e Maria Naiara Viana Lino.
Da CREDE 06 estiveram presentes, entre outras pessoas, a atual
superintendente da Escola Nereida Brito Lopes, Sandra Ponte
(superintendente anterior), Valdelice Costa (coordenadora do PPDT),
Socorro Cunha, Franci (do PJF).
PREMIAÇÃO SPAECE - I
| Aluno Erick Tabosa, em discurso representando os alunos campeões |
| Antonio Francisco (Kiko) |
| Mãe do aluno Antônio Teles Cardoso |
| Fernando Lima de Meneses, bicampeão |
| Olímpio Portela, bicampeão |
| Comitiva da Crede 06 |
| Daniel do Nascimento |
| Antonio Aionésio |
| Antônio Júnior Moreira Brandão |
| Erick Tabosa, bicampeão |
| Gabriela Carneiro Medeiros |
Aconteceu na quadra poliesportiva da Escola de Ensino Médio Professora Ruth Cristino, em Araquém, a entrega dos notebooks aos alunos capeões do SPAECE 2011. O evento festivo foi realizado na sexta, 16 de novembro, e contou com a participação de professores e alunos da Escola, professores e Núcleo Gestor da Escola Flora Teles e comitiva da Crede 06. Os nove alunos que ali estudam, contemplados com o prêmio, têm uma vida estudantil ligada à Escola Flora Teles. Ressalte-se que todos eles eram alunos de nossa Escola (Flora Teles) no ano de 2011, quando participaram do SPAECE. A premiação é, portanto, resultado de um conjunto de esforços dos professores e do Núcleo Gestor da Escola Flora Teles, tendo à frente a diretora Daniela Taboza, que se fez presente ao evento. Os alunos ganhadores de um notebook foram: Daniel do Nascimento Martins, Antonio Aionésio Souza da Silva, Antonio Júnior Moreira Brandão, Francisco Erick Tabosa Lima, Gabriela Carneiro Medeiros, Antonio Francisco Menezes de Albuquerque, Antonio Teles Cardoso, Fernando Lima de Menezes e Olímpio Portela Menezes. Da CREDE 06 estiveram presentes, entre outras pessoas, a atual superintendente da Escola Nereida Brito Lopes, Sandra Ponte (superintendente anterior), Valdelice Costa (coordenadora do PPDT), Socorro Cunha, Franci (do PJF).
REFLEXÃO DA SEMANA
"O verbo não tem sentido se não se faz carne, as palavras não servem para nada se não anunciam ou enunciam um tipo de vida, um estilo existencial."
(Michel Onfray, filósofo francês)
LI E INDICO: "MUITO LONGE DE CASA - MEMÓRIAS DE UM MENINO SODADO
Esse livro conta a historia de um menino que ainda criança, perde toda
sua família na guerra civil do seu país: Serra Leoa. Uma guerra que iniciou
antes mesmo dele nascer, dois partidos brigavam pelo poder, e assassinavam uns
aos outros mesmo sabendo que todos eram de uma mesma nação. ISHMAEL BEAH, aos
12 anos de idade foi obrigado a lutar pela vida, mas não sabia que recompensa
teria, porque não havia mais expectativas de viver feliz sem sua família. No
começo lutava somente por comida, mas a cada tentativa de sobrevivência, mesmo
se mantendo vivo,Ishmael sentia que um pedaço de si morria também. Depois de certo tempo sozinho no mundo, começou a
matar, pois era matar ou morrer naquele lugar onde leis não existiam mais. Com
o passar do tempo, matava de uma forma cada vez mais cruel , só para superar o
ultimo assassinato que havia cometido.Sua mente agora só pensava em mortes,
guerras, e sofrimento. As vezes o único alimento que tinha eram drogas, ele
mistura cocaína, maconha e pólvora, uma mistura explosiva que o deixava
anestesiado de suas próprias atrocidades.
Mas depois de 2 anos envolvido com a guerra, a vida lhe proporciona uma
surpresa, foi escolhido pela unicef, dentro do seu batalhão de guerrilha, para
ser reabilitado e voltar a ter uma vida normal de um garoto de 15 anos. Mesmo
depois de reabilitado pelo unicef, seguiu fugindo da matança e de seus muitos
fantasmas. Hoje com 25 anos, Ishmael relata sua incrível experiência, que
qualquer um de nós nunca imaginamos que uma criança possa passar, reside nos
Estados Unidos em NovaYork e é formado pelo Oberlin College com Bacharelado em
ciências políticas, é membro do comitê dos direitos da criança da ONG Human
Rights Watch partcipa de diversos congresos sobre crianças afetadas pelas
guerras, e não imaginaria que estaria vivo até hoje nem mesmo em escrever um
livro. Esta é uma lição de força e
vida.
FONTE: pt.shvoong.com
INDICAÇÃO: Professora Rosilmar
terça-feira, 20 de novembro de 2012
DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA
Comemora-se o Dia
Nacional da Consciência Negra no dia 20 de novembro, em homenagem à
morte de Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares. O quilombo era uma
localidade situada na Serra da Barriga, onde escravos se refugiavam.
Com o passar dos anos, chegou a atingir uma população de vinte mil
habitantes, em razão do aumento das fugas dos escravos. Os escravos
serviam para fazer os trabalhos pesados que o homem branco não
realizava, eles não tinham condições dignas de vida, eram
maltratados, apanhavam, ficavam amarrados dia e noite em troncos,
eram castigados, ficavam sem água e sem comida, suas casas eram as
senzalas, onde dormiam no chão de terra batida. Muitas pessoas eram
contra essa forma de tratar os negros e várias tentativas
aconteceram ao longo da história para defender seus direitos.
No governo do
presidente Lula aprovou-se a inclusão do Dia Nacional da Consciência
Negra no calendário escolar e tornou obrigatório o ensino de
história da África nas escolas públicas e particulares do país.
Embora a decisão tenha sido comemorada, alguns pesquisadores
ressaltam que existem obstáculos a serem ultrapassados para que a
proposta se transforme em realidade. "Em geral, a história dada
segue o livro didático e ele é insuficiente para dar conta de uma
forma mais ampla e crítica de toda a história", ressalta
Vasconcelos.
Podemos perceber nos
livros de história, que o negro aparece basicamente em dois
momentos: ao falar de abolição da escravatura em que a Princesa
Isabel foi a responsável pela libertação dos escravos, quando
assinou a Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, dando-os direito de ir
embora das fazendas em que trabalhavam ou de continuar morando com
seus patrões, como empregados e não mais como escravos e do
apartheid na África que segundo a cultura africana a palavra
apartheid significa vidas separadas, ou seja, brancos de um lado e
negros de outro. Pois sabemos que o apartheid foi o regime de
segregação racial mais cruel de toda a história porque a sua
prática era totalmente aprovada pelo governo que sancionava as leis
de ordem separatista, e com isso garantia poder absoluto para a
minoria branca.
Desta forma, o dia da
consciência negra é uma forma de lembrar o sofrimento dos negros ao
longo da história, desde a época da colonização do Brasil,
tentando garantir seus direitos sociais. Atualmente, temos várias
leis que defendem esses direitos, como a de cotas nas
universidades, pois acredita-se que, em razão dos negros terem sido
marginalizados após o período de escravidão, não conseguiram
conquistar os mesmos espaços de trabalho que o homem branco.
Na época da escravidão
os negros não tinham direito ao estudo ou a aprender outros tipos de
trabalho que não fossem os braçais, ficando presos a esse tipo de
tarefa. Muitos deles, estando libertos, continuaram na mesma vida por
não terem condições de se sustentar. Portanto, o dia da
consciência negra é marcado pela luta contra o preconceito racial,
contra a inferioridade da classe perante a sociedade.
Portanto em 2003 foi
criada a Lei 10.639/03, que versa sobre o ensino da história e
cultura afro-brasileira e africana, ressalta a importância da
cultura negra na formação da sociedade brasileira. A Lei 10.639/03
propõe novas diretrizes curriculares para o estudo da história e
cultura afro-brasileira e africana. Por exemplo, os professores devem
ressaltar em sala de aula a cultura afro-brasileira como constituinte
e formadora da sociedade brasileira, na qual os negros são
considerados como sujeitos históricos, valorizando-se, portanto, o
pensamento e as ideias de importantes intelectuais negros
brasileiros, a cultura (música, culinária, dança) e as religiões
de matrizes africanas. Com a Lei 10.639/03 também foi instituído o
dia Nacional da Consciência Negra (20 de novembro), em homenagem ao
dia da morte do líder quilombola negro Zumbi dos Palmares. O dia da
consciência negra é marcado pela luta contra o preconceito racial
no Brasil.
Em suma, em janeiro de
2003 o país tem sancionada a Lei 10639 que altera a Lei no 9.394, de
20 de dezembro de 1996, lei esta que estabelece as diretrizes e bases
da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de
Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura
Afro-Brasileira".
As leis existem para
corrigir distorções, garantir direitos devidos a todos os cidadãos,
portanto, é bom lembrar que a ideia distorcida de que os portugueses
descobriram o Brasil repercute até hoje na mentalidade de muitos que
pensam que o mundo, as pessoas, os costumes e as ideias passam a
existir quando deles tomam conhecimento. Além disso, é necessário
ampliar, fortalecer e avaliar a implantação da educação das
relações étnico-raciais e do ensino de História e Cultura
Afro-brasileira. Há muito que ser feito, pois a implantação da
referida lei exige intenso combate ao racismo que cotidianamente se
manifesta nos diferentes âmbitos da sociedade.
Além desses assuntos,
enfatizam sobre o respeito enquanto pessoas humanas, além de
discutir e trabalhar para conscientizar as pessoas da importância da
raça negra e de sua cultura na formação do povo brasileiro e da
cultura do nosso país. O que precisa ser mudada não é a imagem
dos negros, mas a imagem negativa que a sociedade criou e fomenta
como se fosse própria deles. Uma imagem que muitos brasileiros, que
pretendem manter privilégios e direitos para si próprios e seus
grupos originários, tentando fazer com que, todos partilhem do ideal
de fazer do Brasil uma nação monocultural, de raiz
predominantemente européia.
Texto indicado pela Professora Ivete
domingo, 18 de novembro de 2012
X BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DO CEARÁ
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